Translate (tradução)

quarta-feira, junho 29, 2011

XÉ MOCIANO, JÁ SÃO 14 ANOS?

A 28 de Junho de 1997 tua mãe e eu estavamos, à tarde, de mãos dadas ajudando-a a caminhar. Vivíamos cada um em casa de seus pais.

À noite, um emissário bateu à minha porta: " A Mónica está com dores", disse. Fui ao encontro do meu tio que estava com uns amigos e um deles se prestou em levar a Mónica à maternidadfe Lucrécia Paim (Luanda).

No dia seguinte, quando eu e tua avó materna chegamos ao hospital materno-infantil, a primeira coisa que fiz foi ver as listas dos partos bem realizados e outros infelizes.

Quase dei um pulo. Tua avó estava tão preocupada devido a idade da tua mãe.
- Tia Catarina, ela já deu à luz, um rapaz. Disse-lhe.

A Senhora quase que chorava, mas de alegria, é claro. Eram agradecimentos a Deus e a todos. Com meus amigos da dolescência parti para uma bebedeira. Um manongo-nongo, como dizem os tucokwe.

Hoje, 29 de Junho de 2011, são já passados 14 anos e tu de bebé primogénito chorão passaste a um rapazola. Como o tempo passa rápido!

Parabéns!

quinta-feira, junho 23, 2011

EVAPOROU-SE O "GASOLINA"

No dia 10, quando o Henda ligou para mim a comunicar a morte da tia Santa advertiu-me: Kota, o tio Gasó também está muito mal. Estamos à espera apenas do dia porque noa enfermaria dele só entra já o chefe dele e a esposa" . E disse mais, "a mana Santa é nossa mãe, mas esse aí que está por bazar é mesmo nosso... é nosso sangue". Do outro lado do telefone, fiquei com a sensação de que o jovem terá soltado algo que lhe estava preso há muito tempo na garganta e que depois do esforço terá caído em lágrimas. Eu também senti um amago deboca e uma vontade de chorar. Fiz coragem e fui passando a mensagem da morte da tia Santa e da doença "irreversível" do tio Gasolina, a contar da dureza/franqueza das palavras do Henda.

Dia 23 deJunho, 8 horas, voltou a tocar o meu telefone. Desta vez não foi o Henda. A voz era do Santos, irmão dele, e a notícia era a que eu menos esperava.
- Kota, sabes que temos desde ontem óbito, né?
- Como assim? Quem morreru? - Perguntei admirado.
- O Ti Gasó. Parou ontem.

Não resisti ao peso da notícia. Perdi força que o telefone escapou-me das mãos, esvaindo-se, aberto, no pavimento. Custou-me recuperar a "coragem de homem" e planificar as acções a tomar: Avisar os que não sabiam da má nova, cuidar da dispensa no serviço, e... trabalhar, enquanto se espera pelo dia da viagem.

Quem foi o tio Gasolina? Augusto João dos Santos "Kapaio". Filho de um primo do meu avô materno, João dos Santos ou João Kitumbulo. Quando nos começamos arelacionar ele era adolescente ou jovem e eu entre os 4 ou 5 anos. Eu vivia, com o Augusto Infeliz (cognome e sobrinho dele, também conhecido por Augusto pequeno), em casa do avô João. O tio "Kapaio", como era tratado carinhosamente na infância, vivia e estudava no Dondo com os irmãos mais velhos. Era normalmente no período de férias escolares que nos visitava e era sempre grande a nossa emoção ter o tio em casa ou receber noticias dele que o avô João e a avó Emília faziam questão de partlhar com os netinhos todos.

Uma vez, eu ainda com 5 ou 7 anos, fomos à caça de canta-pedras. Arnaldo, Augusto e Zito eram os mais velhos de que me lembro e eu o mais novo. De regresso à casa,  cheio de fome, deixei-me dormir numa sombra, junto ao antigo campo de vaiação da Fazenda Israel, ao Libolo. O LUciano era praticamente o "carregador" das pacas que o Kapaio matava na adolescência.

Já eu em Luanda, nos anos 84-87 e de 1999 em diante, fomos falando e nos encontrando de forma exparsa. Primeiro ele era militar, depois foi estudar na União Soviética. Quando voltou demorou pouco tempo e começou a trabalhar em embaixadas. Mesmo assim, fomos nos encontrando ou em sua casa ou em encontros familiares, ou num hotel para "conversas só nossas".

Foi-se o tio com os seus quarenta e tal cacimbos. Evaporou-se o Gasolina!

segunda-feira, junho 20, 2011

ACORDO ORTOGRÁFICO: QUE GANHA ANGOLA COM ADIAMENTO DA SUA ADOPÇÃO?

Fruto de empréstimos, influência de língua locais dos territórios “além-mar” e línguas vizinhas, o português falado em Angola, Brasil, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Loro Sae diferiu ao longo dos anos em pequena ou mesmo média escala. Basta ver a grafia e a fonética brasileira quando comparada à de Portugal e Angola.

Para tentar uniformizar, sobretudo a grafia da língua portuguesa em todos os “cantos” do mundo, Brasil e Portugal, actores dos acordos anteriores, tomaram a dianteira de rubricar e aplicar a nova forma de escrever. Para já ficam de fora todos os C e P mudos, mas há outras regras como os dias da semana e os nomes dos meses que passam a escrever-se com letras iniciais minúsculas. Ao Brasil e Portugal juntaram-se outros lusófonos, sendo Angola o Estado que “orgulhosamente só” ainda não adoptou a nova grafia (prevista apenas para 2014).

Esse atraso da tomada de posição jurídica também atrasa a nossa relação com a língua que, como se sabe, é dinâmica e irrecusável. Até onde irá o nosso “finca-pé”?

- O país, com essa postura só perde terreno para os outros povos que estarão em 2014 com o novo instrumento consolidado, enquanto nós estaremos ainda a titubear. É, mais uma vez seremos os últimos duma caminhada que já deveria ter começado em simultâneo.

Definição e intervenientes
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 é um tratado internacional firmado em 1990 com o objetivo de criar uma ortografia unificada para o português, a ser usada por todos os países de língua oficial portuguesa. Foi assinado por representantes oficiais de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990. Depois de recuperar a sua independência, Timor-Leste aderiu ao Acordo em 2004. O processo negocial que resultou no Acordo contou com a presença de uma delegação de observadores da Galiza.[1]

Para a elaboração do Acordo Ortográfico, entre os dias 6 e 12 de outubro de 1990, reuniram-se na Academia das Ciências de Lisboa as seguintes delegações:[12]
• Angola: Filipe Silvino de Pina Zau
• Brasil: Antônio Houaiss e Nélida Piñon
• Cabo Verde: Gabriel Moacyr Rodrigues e Manuel Veiga
• Galiza (observadores): António Gil Hernández e José Luís Fontenla
• Guiné-Bissau: António Soares Lopes Júnior e João Wilson Barbosa
• Moçambique: João Pontífice e Maria Eugénia Cruz
• Portugal: Américo da Costa Ramalho, Aníbal Pinto de Castro, Fernando Cristóvão, Fernando Roldão Dias Agudo, João Malaca Casteleiro, José Tiago de Oliveira, Luís Filipe Lindley Cintra, Manuel Jacinto Nunes, Maria Helena da Rocha Pereira e Vasconcelos Marques
• São Tomé e Príncipe: Albertino dos Santos Bragança e João Hermínio Pontífice

Para além destes, no Anteprojeto de Bases da Ortografia Unificada da Língua Portuguesa,[13] de 1988, e no Encontro de Unificação Ortográfica da Língua Portuguesa, realizado na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, entre 6 e 12 de maio de 1986,[14] intervieram ainda: Maria Luísa Dolbeth e Costa (Angola); Abgar Renault, Adriano da Gama.

- O QUE É QUE ANGOLA GANHA?

sexta-feira, junho 17, 2011

OS MEUS VÁRIOS PSEUDÓNIMOS

Phande-a-Umba, assim gostava de tratar-me a minha mãe, sobretudo, sempre que fosse para manifestar sentimentos de carinho. Era eu, e julgo ainda sê-lo, o seu orgulho de mãe, depois de tempo sem bebé ao colo.

Quando comecei a me sentir homem, optei por outros nomes diferehtes daqueles que os meus pais me atribuíram. Primeiro, fui ao mapa geográfico para escolher um nome: Zurik, assim me trataram por uns dois ou três anos alguns amigos e colegas da pré-adolescência no Libolo.

Posto definitivamente em Luanda, no início da década de noventa do sec. XX, os meus resultados académicos resultaram em uma outra alcunha. Uns tentaram tratar-me por “Barra”, mas preferi "Star" (estrela). Deve ainda haver por aí quem se lembre do aluno que no Ngola Mbandi, ano lectivo 1991/92, deu conta de um exercício de matemática que no então manual da 8ª classe estava mal resolvido. Até no Ensino médio feito no IMEL o Luciano António Canhanga era o "Star ou LCanhanga".

No bairro e aqueles que não eram meus colegas de escola tratavam-me por "Nza Kutimbe". A adolescência estava no auge e ninguém mais respondia pelo seu nome original.

Já como jornalista a alguns anos decidi dar corpo a um Pseudónimo ligado ao meu passado e ao meu avô de quem ganhei o sobrenome Canhanga. Ele era chefe de um potentado (Kuteca) e os seus tratavam-no por rei. Decidi assinar alguns textos com o pseudónimo Soberano Canhanga e fi-lo também no livro de ficção que escrevi.

segunda-feira, junho 13, 2011

ANGOLANOS "ESCRAVIZADOS" POR CHINESES

São fáceis de localizar. Jovens e adolescentes angolanos levados do interior do país, sem contrato de trabalho e pagos “a preço de banana”.

Estão nas empreitadas de construção, nos estaleiros, nas fábricas de blocos de cimento, em tudo onde há chineses. E os novos esclavagistas não poupam à língua quando se referem às suas “peças”. “ Angolano de Luanda não gosta trabalhar. Toda a hora dinheiro, dinheiro, doente, bêbado, candongueiro… A obra pára muito”, palavras de Tony (deduz-se que seja To Him mas assim se identifica para facilitar a comunicação) que se assume como mestre numa fábrica de blocos à estrada de Kamama, próximo do Projecto Morar, em Viana.

Os rapazes dizem que são forçados a trabalhar durante todo o dia sem descanso, nem mesmo quando adoentados. “O mano aqui o trabalho é hora a hora. Pessoa pode ficar doente os chineses não aceitam” contou Sandombe oriundo do “Kuando Kuvango”.

Na sua maioria os jovens desconhecem a cidade de Luanda e nem têm familiares que os possam albergar em caso de desistência. Desconhecem também o caminho para a terra de origem e sentem-se forçados a viver nos acampamentos chineses, sujeitando-se à infra-vida.

O mano já sabe: Chinês vive junto e dorme na mesma cama, um de dia outro à noite. Nós já num se fala mais você pode ter ferida nos dedos o Ginguba manda descarregar blocos (referia-se a um outro chinês).

Quando questionado sobre a comida Sandombe não gaguejou: “Comida que nos dão é só mesmo arroz com óleo e lataria (conservas), para comer outra coisa a pessoa tem que tirar no dinheiro”.

E a frase do jovem de aproximadamente 16 anos levantou outra curiosidade: E Quanto é que vos pagam por mês?

- Vinte mil. - Respondeu.

- Chega para comer, vestir e mandar para a família no Kuando Kubango?

- Oh mano, é só mesmo se “arrascar” (desenrascar). Quero só completar dinheiro duma mota e da passagem para voltar na embala (aldeia).

Fica aqui o reconhecimento do autor destas linhas de que faltou ouvir o Ministério do Trabalho (MAPESS) a quem se apela para uma fiscalização do que se passa nas obras e estaleiros chineses. Há crianças e adultos a ser explorados e submetidos à infra-vida. Há muitos abaixo de cão.

sexta-feira, junho 10, 2011

ADEUS, TIA SANTA!

Entre as ideias preconceituosas que fui ouvindo na minha infância fez eco e demorou ser dcesmontada da minha concepção do mundo a que rezava que "não havia sequer um catetista (catetense) de bom coração".

Dizia-se, entre malanjinos, libolenses e outros povos que afluiram em Luanda na década de 80 do sec. XX, que os naturais de Catete (Bengo, Angola) tinham aversão por qualquer outro povo que consideravam "menores" e, por isso, se desaconselhava qualquer enlace matrimonial com pessoas daquela região. Lembro-me ainda da célebre expressão "Akwa Lubolu adya jinhoka" (os libolenses comem cobras) que uma vizinha de Icolo-e-Bengo pronunciava em jeito de troça e minha mãe a ripostar: "Makuto, kadyé jinhoka. Adya ngó jimoma" (é mentira não comem cobras. Comem apenas jibóias).

Ainda na minha meninice, uma mulher oriunda de Catete pôde provar, com acções, que tudo aquilo que os mais velhos diziam não passava de mera insinuação preconceituosa e mito. Foi a Tia Santa, esposa do meu tio António Infeliz dos Santos. A senhora era tão boa que punha em sentido muitas madres da Igreja. Caia-lhe perfeitamente bem o nome de SANTA.

Deus chamou-a esta madrugada. Morreu a minha tia Santa de Catete sem que podesse desfrutar do muito que por mim fez. Ingrata vida!

Aqui fica a merecida homenagem à Santa de Catete.

Se a morte é um repouso, descance em paz merecida, minha tia!

quinta-feira, junho 09, 2011

DUAS NOITES EM CASA DE SONHOS

 
A casa dos sonhos ainda é um sonho em realização. Levará mais um ano no mínimo. Porém, a parte de baixo já está habitável. E para lá se mudou a família no pretérito domingo (05.06).

O meu primeiro sono na casa dos sonhos foi na segunda-feira (06.06). Foi uma pena ter ficado apenas 24 horas em Luanda, mas foi diferente ter passado a noite sem ter de pensar em "quando vai terminar a renda".

Agora falta o carro, porque a casa é quase um facto!

segunda-feira, junho 06, 2011

UMA CASA COM VISTA PARA O LAGO

Da parte de cima da minha casa vê-se um "lago" sazonal que acumula milhares de hectolitros durante o tempo chuvoso. A vala que carrega as águas pluviais de quase toda a cidade de Viana passa a 3 metros do muro do  meu quintal, tendo me provocado, ainda no ínicio das obras, um dissabor: a terra tinha sido arrastada e os pilares suspensos. Felizmente pude, com jeito e dinheiro, minimizar a situação que levou ao desalojamento de muitos ex-vizinhos.

Mas o motivo desta prosa é a solução para estancar ou erradicar o "lago" que não fica distante da estrada principal Viana/Luanda (Deolinda Rodrigues), entre as ditas "bombas dos mutilados" e a Comarca de Viana. Dizia eu que do piso superior da minha casa vejo um lago por onde se acumulam todas as águas e algum lixo também. Sorte ou azar, a vala, junto a minha casa, que possuia uns três metros de profundidade está agora razante devido a acumulação de sedimentos arrastados ao longo do  curso de água, o que pode, com o decorrer dos anos, meter as casas mais próximas e, quiçá, também a minha dentro do "lago". 

Uma tarde dessas, de sol intenso, apareceram seis homens da administração municipal de Viana e da EDURB (empresa provincial de Luanda que responde pelas infra-estruturas básicas) para ensaiar soluções. Os homens percorreram o "lago" lado a lado, tomaram anotações, fizeram fotografias e foram embora, sem nunca voltarem ou ao mínimo dizer aos expectantes moradores o que seria daquele espaço. E, vão brotando boatos: uns dizem que o "lago" será enterrado e no espaço nascerá um condomínio milionário. Outros "sabulam" que vão fazer canais de drenagem que levarão quelas águas à vala do Kalemba II. Outros ainda cépticos como sempre, vão apregoando a célebre frase de São Tomás de Aquino " Ver para crer". É nesse grupo me coloco.

Qualquer uma das soluções implicará tecnologia, ciência e dinheiro. Algumas casas serão sacrificadas, para além das que já deixaram de existir, e os seus donos terão o Zango como poiso.

Enquanto não vier a solução definitiva para as águas pluviais de Viana que desaguam no "lago" do meu bairro, vou contemplando, do cimo do meu cubículo, o "lago" a a almofada de areia que anima os kandengues em apetitosas "fimbas" quando não improvisam uma carcaça de arca frigorífica para brincar de canoa. E os sapos e as rãs vão também multiplicando as suas populações que inundam com daquele desagradável quachar todas as noites escuras.

quarta-feira, junho 01, 2011

ALGUÉM (OU)VIU POR AÍ A SENHORA NGWITYUKA JOSEFA MATIAS?

A notícia sobre a existência de uma suposta filha do Presidente (Angola) fez furor nos media privados e no espaço público de Luanda e doutras cidades. Ao Semanário Folha 8 coube o privilégio de a avançar em primeira mão, envolvendo a associação de assitência jurídica "Mãos Livres".

Na altura, Ngwityuka Josefa Matias, de 46 anos de idade, apresentava-se  como primeira filha do presidente angolano resultante de uma suposta relação  com Elisabeth Kaenje, ao tempo que o antigo diplomata do MPLA andou  no Congo Belga (Leopoldoville). A senhora afirmava, com todas as letras, ser "filha do pai Edú", tendo dito ainda que os contactos entre os progenitores (a mãe já falecida) cessaram com a ida do "pai" à URSS para estudos superiores.

Ngwityuka não ficou por aqui e, entre outros ditos na entrevista publicada pelo Folha 8, afirmou igualmente que ela e seu filho mantinham contactos com o irmão mais velho do pai e muitos dos primos, faltando-lhe apenas "apertar o ombro do pai", sonho que esperava e reclamava realizar.

As afirmações da senhora tiveram inclusive a reacção do Chefe de Estado que na ocasião negou, em entrevista a TPA, a paternidade da senhora, apelando à reclamante a provar que era de facto sua filha mediante um teste de DNA. " Pelo Congo terão passado muitos Edú´s e a senhora tem de ter paciênia e continuar a procurar pelo seu pai biológico", disse a certo momento da entrevista o Presidente Eduardo dos Santos.

Adocicados os ouvidos, passa o tempo e nem água vai, nem água vem da parte da reclamante e do "ofendido". Um teste de DNA, fácil de fazer nos tempos que correm (me parece que até Angola já os realiza), seria o exame final para ver de que lado pende a razão.

De um caso,embora familiar, de que se esperava mais debate e acompanhamento por parte da media que o trouxe a público, caiu-se num autêntico sistema polar (tudo gélido).


Afinal de contas quem faltou com a verdade? 

É que nem a família do cidadão Eduardo dos Santos veio a público informar os passos jurídicos efectuados para levar a burladora a fazer contas com a justiça, nem Ngwityuka reapareceu para dizer que já está em família. E o tempo passa!